quinta-feira, 30 de julho de 2015

" No Céu das Artes" Sorriso-MT

  Trabalhando em Parceria com o grupo de teatro Gruta de tangará da Serra, o grupo mamulengo sem fronteiras volta para mais uma jornada de Oficinas e apresentações no Céu das Artes em Sorriso, de 01 a 11 de Agosto de 2015 
“No Céu das Artes” faz parte do Edital Funarte de Ocupação dos Céus das Artes/2013 que tem como objetivo integrar num mesmo espaço físico programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços sócio assistenciais, políticas de prevenção à violência e inclusão digital, de modo a promover a cidadania em territórios de alta vulnerabilidade social das cidades brasileiras, a partir do ano de 2014.

O projeto será realizado durante seis meses e todas as atividades são totalmente gratuitas com apresentações e oficinas de vários grupos de teatro, músicas, danças, contadores de historias e muito mais.



Amazônia Encena na Rua -Rondônia

Amazônia Encena na Rua terá 18 espetáculos

Idealizado pela associação cultural “O Imaginário” desde 2008 e realizado pelo Sesc Rondônia o “Amazônia Encena na Rua” já se tornou um dos eventos teatrais de rua mais esperados pelo público portovelhense. Em 2015, será realizado de 22 a 26 de julho, serão cinco dias com uma programação intensa que envolverá apresentações de teatro de rua, performance, oficinas, debates, cursos e palestras. O festival é aberto ao público e será desenvolvido nas principais ruas da capital e terá como arena principal a Praça Três Caixas D’Água, localizado na av. Carlos Gomes com Rogério Weber.
Em sua 8ª edição o “Amazônia Encena na Rua” é o primeiro festival da região norte destinado às artes de rua, com a participação expressiva de produções artísticas oriundas de todo Brasil. A programação inclui os grupos dos estados de Rondônia, São Paulo, Goiânia, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará e Acre.
O projeto ainda proporciona um espaço igualitário, onde a arte é para todos, qualifica atores, técnicos e diretores de arte, mantém viva a arte de rua e ainda promove a interação da cultura regional e nacional. “Me sinto orgulhoso em saber que o Amazônia Encena na Rua já se tornou referência em outros estados da Amazônia. Ações como o festival só reafirma o nosso compromisso com a cultura e com a população do Estado. É uma forma de democratizar os serviços da instituição”. Afirma o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Raniery Araujo Coelho.
No último ano foi contabilizado 32 mil pessoas participando do evento, em 2015 a coordenação aposta no aumento desse público. “O projeto a cada ano só vem crescendo. Em Rondônia somos um dos grandes fomentadores e incentivadores das manifestações de todos os gêneros culturais e linguagens artísticas”. Afirma Tertuliano Barros, Coordenador de Cultura do Sesc.
Todos os espetáculos são de classificação livre e gratuitos. 
 

1° Festival Matias de Teatro de Rua- Acre


O 1° Festival Matias de Teatro de Rua tem início marcado para o sábado (11), em Rio Branco. O evento terá a participação de 11 companhias de outros estados do Brasil, três acreanas e dois grupos de quadrilha. A iniciativa é encabeçada pela Cia Visse Versa de Ação Cênica e se estende até o dia 19 de julho.

"Um diferencial desse é que não será centralizado em Rio Branco, mas vai circular por algumas cidades próximas. Acho que no Acre ainda fazemos pouco teatro e estamos tentando agregar a essas pessoas, para que elas possam utilizar o teatro de rua como forma de produzir artisticamente", diz.
Segundo o organizador, Lenine Alencar, que trabalha com teatro há 36 anos, o diferencial desse festival é a interação com outras cidades do interior. A programação conta com espetáculos nos municípios do Bujari, Senador Guiomard, Plácido de Castro, além da capital acreana.

"Tem uma coisa forte do Matias, porque ele implantou os primeiros processo de utilização das pernas de pau como instrumento de arte no Acre. Nenhum grupo tinha feito isso e ele começou no Teatro Barracão. Ele tem muito a ver com teatro popular. Por isso, estamos o homenageando", acrescenta.
Alencar explica que o nome do festival é uma homenagem ao seringueiro, poeta e artista acreano José Marques de Souza, mais conhecido com Matias, uma personalidade que teve grande ligação com questões sociais e culturais do Acre, na década de 1970. Nascido em Tarauacá, Matias chegou a Rio Branco e, nas periferias, começou desenvolver atividades culturais - como o teatro - para falar da vida no seringal e das condições de vida na época.
Durante o festival também estão programadas três oficinas, entre a segunda-feira (13) e a sexta-feira (17). São elas: a Oficina Teatro do Oprimido, com a instrução de Licko Turle; Iniciação a Técnicas Circenses, com Selma Pavaneli e Adailton Alves; e Percussão Brasileira, com Eliberto Barroncas.


http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2015/07/com-41-apresentacoes-ac-sedia-1-festival-matias-de-teatro-de-rua.html

quarta-feira, 1 de julho de 2015

terça-feira, 30 de junho de 2015

Festival Matias de teatro de Rua do Acre






QUEM FOI MATIAS
Matias, o seringueiro poeta por Francisco Gregório Filho
José Marques de Sousa, o Matias, seringueiro e ativista cultural fez uma trajetória longa e diversificada, dos seringais do Vale do Juruá até sua participação em movimentos sociais, em Rio Branco (Acre), como teatrólogo. Utilizava o teatro para denunciar e reivindicar melhores condições de vida para as comunidades menos favorecidas. Homem seringueiro – castanheiro, extrativista – década de 1970. Matias e sua família, já moradores da “periferia”, baixada, Aeroporto Velho, Baía, Palheiral, bairros de invasão.
Nessa década de 1970 é que fui conhecer aquele homem forte, falante, com expressão larga, pele queimada do sol e com alguns dentes quebrados e outros já extraídos da boca, sob um pequeno bigode de fiapos de cabelos desalinhados. Matias gostava de andar pelas ruas dos bairros e muitas vezes pelo centro da cidade sem camisa ou de camisa aberta no peito. Demonstrava uma luta cotidiana para conseguir o “feijão com arroz” para alimentar os filhos. Os pés sempre enfiados naquelas sandálias de dedo ou em alpargatas.
Uma fala mansa, macia, mas quando precisava, projetava-a de forma vigorosa. Conheci Matias numa sessão do Cineclube Aquiry, projetando o filme Vidas Secas. Durante o debate ouvi a voz contundente daquele homem que parecia personagem de filme. Fiquei comovido com aquela imagem e aquele discurso vibrante, duro e esperançoso. Um homem pós-alfabetizado e leitor de mundos (dos humanos e suas lutas sociais, políticas e culturais).
Convidei o Matias para almoçar comigo no dia seguinte. Almoçamos um prato-feito no Mercado Velho de Rio Branco. Soube então que Matias queria desenvolver com seus vizinhos as chamadas “dramatizações”. Já elaborava algumas cenas na cabeça sobre fatos ocorridos recentemente com as famílias moradoras daqueles bairros.
Matias esboçava já em folhas soltas de papel a escrita de algumas cenas das dramatizações sobre o esforço de muitos pela sobrevivência e participação político-social.
Na segunda metade da década de 1970, recebemos em Rio Branco a visita Aldomar Corrado, professor de teatro, da Escola de Teatro da FEFIERJ, do Rio de Janeiro. O professor e dramaturgo, que naquele período, era assessor do Serviço Nacional de Teatro (SNT) foi comigo assistir ao espetáculo do Grupo das Dramatizações do Matias, que se apresentava num espaço comunitário do bairro Aeroporto Velho. Naquele espetáculo o grupo encenava a morte de um rapaz pela polícia, fato real, ocorrido há alguns dias atrás. Matias conseguiu que a mãe do rapaz morto subisse ao palco para interpretar sua própria personagem. Coisa de doido. Fulminante. Emoção Pura. Depois o debate corria até tarde da noite de forma vibrante. Tempos depois o professor Aldomar escrevia sobre aquela experiência numa revista de teatro da SBAT (Sociedade Brasileira de Teatro) e em relatórios do SNT. Ganhou repercussão nacional quando foram publicados.
Matias criou então o grupo de teatro “De olho na coisa” que participou do Teatro Barracão, da Federação de Teatro Amador do Acre e do movimento de teatro amador brasileiro.
Assim lembro de Matias, poeta, dramaturgo, encenador, militante cultural e grande guerreiro das causas sociais e artístico-culturais do Acre.
Matias fez a passagem dele. Fica conosco essa memória desse brasileiro, artista, inventivo, crítico, protagonista de belas histórias para se contar e preservar. Quando encontrá-lo novamente vou pedir a benção e cantar como cantávamos juntos:
”Mandei caiar minha casa
Mandei... mandei... mandei...
Mandei caiar de amarelo
Caiei... caiei... caiei...”

sexta-feira, 26 de junho de 2015

terça-feira, 9 de junho de 2015

Ministério da Saúde comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente

Coletivo MS, Ministério da Saúde e Mamulengo Sem Fronteiras Apresentam: Dia Mundia do Meio Ambiente . cortejos apresentações e muita alegria.....

Festival de Bonecos de Goiânia

Este ano, Festival do Boneco e Galhofada unem suas forças com intuito de democratizar espetáculos
DM.COM.BR

Festival de teatro de Bonecos de Goiânia

Festival de teatro de Bonecos de Goiânia , amanhã Mamulengo sem fronteiras as 19hs na Alameda Henrique Silva - Setor Pedro Ludovico , Entrada Franca
http://www.opopular.com.br/editorias/magazine/pin%C3%B3quios-no-palco-1.856629
Pinóquios no palco
Mostra cênica com bonecos, títeres e mamulengos, 4º Festival do Boneco começa amanhã dentro da 12ª Galhofada e segue até dia 31
Diogo Bressani
Com o espetáculo Exemplos de Bastião , o g                                                              Grupo Mamulengo sem Fronteiras abre o festival

No contos de fadas, Pinóquio é um boneco de madeira que realiza o sonho de ser menino graças à magia. Pode se dizer que algo com um quê de magia acontece quando os pequenos Pinóquios da vida real ganham movimento no espaço cênico do teatro. Um pouco desta magia aporta de amanhã até dia 31, com a 4ª edição do Festival do Boneco, em Goiânia.
A abertura do festival, que neste ano será realizado em dois momentos, será durante a 12ª Galhofada – Pequena Mostra de Teatro de Rua. Amanhã e domingo, o tradicional festival de rua do Setor Pedro Ludovico, cuja programação é totalmente gratuita, vai abraçar a Mostra de Mamulengos, com apresentação dos grupos Sem Fronteiras, do Distrito Federal, e o Grupo Circo Bambulengo, de Goiás (leia mais sobre o Galhofada nesta página).
Na próxima semana, entre quinta-feira, 28, e domingo, 31, o Festival dos Bonecos ocupará o palco do Teatro do Sesc, no Centro. Para estas apresentações, à exceção do dia 28, quando se apresentará o Giramundo com entrada a 30 reais, inteira, os ingressos custarão os mesmos preços praticados pelo teatro – 10 reais, inteira (veja detalhes de preços no serviço). A oficina de teatro Lambe-Lambe, no fim da semana que vem, tem inscrição a 50 reais.
Grupos renomados
Em cena estarão algumas das maiores chancelas do País quando o assunto é teatro de bonecos (veja programação). Entre os grupos participantes estão o Grupo Giramundo, de Minas Gerais, fundado em 1971, pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Terezinha Veloso e Madu. Do mesmo Estado, também participa a Armatrux, fundada em 1991, que traz o espetáculo A Banda, criado em parceria com a banda Pato Fu.
Outra trupe de destaque é a Companhia Lumiato, do Distrito Federal, fundada em 2008, em Buenos Aires, Argentina, por Thiago Bresani e Soledad Garcia. O primeiro grupo é o primeiro a se instalar na região Centro-Oeste do Brasil com o intuito de pesquisar e difundir o teatro de sombras. Do Sul, uma das convidadas é a Companhia Trip Teatro, que há 25 anos defende o teatro de animação dentro e fora do País.
Evento: 4º Festival do Boneco – Goiânia
Data: De amanhã a dia 31
Locais: Ilha da Galhofa (Al. Henrique Silva c/ Rua 1.014, St. Pedro Ludovico), amanhã e domingo; e Teatro Sesc (Rua 15 c/ Rua 19, Centro), dias 28 a 31
Ingressos: Entrada franca – dias 23 e 24; R$ 30 (inteira, comunidade geral) e R$ 10 (comerciários) – dia 28; R$ 10 (inteira, comunidade geral) e R$ 2 (comerciários) – dias 29 a 31
Venda: Sesc Centro ou www.bilheteriadigital.com


5° Feira de Teatro de Rua de Sorocaba -SP

Segue a programação da 5° Feira de Teatro de Rua de Sorocaba-SP